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quinta-feira, 23 de agosto de 2007

POLÍTICA EXTERNA DOS ESTADOS UNIDOS

Até um período recente, os Estados Unidos agiam por meio das organizações internacionais que eles controlavam mais ou menos bem (ONU, FMI, Birds etc.). ´A prioridade é agora dada ao exercício solitário do poder e às ações unilaterais´, explica o americano Michael T. Klare, professor no Hampshire College do Massachusetts. ´Há pouco, as duas tendências da política externa americana, oscilando entre o multilateralismo e o unilateralismo, se equilibravam. Levando em conta reticências francesas, chinesas e russas quanto a novos reides no Iraque, Washington bombardeou de novo e sem mandado da ONU objetivos estratégicos iraquianos. Desde então, toda ambiguidade desapareceu: tanto Clinton quanto Madeleine Albright e James Rubin afirmam alto e bom som que os Estados Unidos intervirão doravante unilateralmente onde quiserem e como bem entenderem, com ou sem a concordância dos ´aliados´ e das organizações internacionais.´

Livro: Guerras contra a Europa de Alexandre Del Valle

Um comentário:

Christian Velloso disse...

Sugiro a leitura de Poder Americano, de José Fiori e qualquer um do Noam Chomsky. Complementa a nossa visão sobre a ação dos EUA nos outros países. O que eles geralmente alegam é que os déficits gêmeos (público e comercial) são fruto da política externa intervencionista de garantir a "segurança" internacional. Logo, as organizações terroristas, bem como o comunismo fora no passado, aumentam a demanda por armamentos, provocando elevação na produção desses artigos. Para tanto, são necessários gastos que provocam os déficits americanos. Só que este é um argumento bem "desculpa esfarrapada", não? Além de ser circular.